4.9.17

eu não vou nem fingir que vou escrever todo dia em setembro esse ano, que não tá dando. posso mudar pra blog eberyday in january, que tal? em janeiro pelo menos tem férias né

28.8.17

why are you so petrified of silence?

tô completamente obcecada pelas meninas do haim esses dias, mas hoje..... hoje só alanis pra dar força.

'cause i've got one hand in my pocket, and the other is flicking a cigarette

27.8.17

às vezes no silêncio da noite

eu descobri caetano veloso ouvindo o cd do show prenda minha, de 1998, que também me ensinou sobre jorge ben, gilberto gil, maria bethânia e me abriu as portas pra música brasileira. na época desse show a versão da sandra de sá da música sozinho, do peninha, era o grande hit das rádios, e caetano descreve a música como "bonitinha" durante o show, e comenta sobre a querer cantar desde que havia ouvido sandra no rádio.

desde 1998 escuto esse cd, e só hoje, em agosto de 2017 - quase 20 anos depois? que loucura - agora, às quase 4 da manhã no silêncio da noite, eu prestei atenção ao resto do discurso do caetano no meio da música. ele diz que a música é bonitinha, a versão de sandra é linda e a de tim maia é arrasadora. eu lembro de ouvir caetano dizendo essas palavras, a intonação da palavra arrasadora, ele falando de tim maia. mas só hoje prestei atenção. só hoje fui ouvir a versão do tim maia.

e uma música que, depois de amar por um tempo na voz de sandra e depois na voz de caetano, passei a achar brega e desgastada, adquiriu nova cor, nova emoção, nova beleza.

arrasadora.

às vezes no silêncio da noite a gente acha umas músicas arrasadoras.


 

26.8.17

armas de fogo
o meu corpo não alcançarão
facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar
cordas e correntes se arrebentem
sem o meu corpo amarrar
pois eu estou vestido com as roupas e as armas de jorge

***

i am a master hunter
i cured my skin
and nothing gets in
nothing, not as hard as it tries

28.7.17

tô amando essa nova vibe da selena gomez. sempre me incomodaram as tentativa de ser mais sexualizada dela, não pela sexualização em si, mas porque ela parece ter eternamente 12 anos e eu achava creepy demais ver uma menina de 12 anos tentando ser sensual. então gosto desse novo caminho que ela tá tomando pra tentar passar uma imagem mais madura - porque com essa carinha de baby, acredito que a fase sensual foi exatamente pra isso: passar a ser vista como adulta. foi o que brit e christina fizeram, e miley, e demi lovato, porque não deve ser fácil ser vendida como um produto da disney e depois tentar wash it off. na selena não funcionou porque, gente, qual é o segredo dessa menina pra ter essa carinha de pré-pubescente pra sempre????


 mas a nova estratégia, de deixar ela mais estilosa, mais chique, e de fazer uns clipes que são doidões.... essa tá dando certo. porque, sabe, eu gosto dessa selena. a selena que gosta de filmes de terror e faz um clipe, pra uma música pop, sem pé nem cabeça porém de terror. me lembrou um pouco de fiona apple, e seu clipe de fast as you can, e de criminal também. também me lembrou de leve a estética meio decadente dos clipes da sia, e senti uma pequena reminiscência à lana del rey e seu clipes meio glamour sujão. e me lembrou de leve adele também, especialmente o clipe de rolling in the deep com os copos todos vibrando.












e não tenho nem o que dizer sobre o clipe em que a versão adolescente de selena é apaixonada pela versão adulta loira de selena, que tem um caso com a versão homem de selena, que é casado com a versão adulta morena de selena, e eles são pais da versão adolescente de selena. a música é de cair o queixo de boa, e tem uma cena de bedroom dancing que, né, a gente acaba se identificando.



e tem uma versão das meninas do haim que, ó, é uma delicinha.




16.6.17

diálogo real em telefonema com instituição de ensino

- ~nome da escola~, bom dia

- oi, aqui é a melody, professora de inglês, tudo bem?

- oi! tudo bem sim e você?

- tudo! você pode me passar pra isabel, da informática?

- posso sim. quem tá falando por favor?

- hãn... melody? professora de inglês?


fiquei momentaneamente na dúvida sobre minha própria existência e sobre quem eu penso que sou. mas, né, vida segue.